O Programa de Aceleração do Crescimento está completando dois anos e vem sendo um alento para a economia nacional, pois prevê a injeção no mercado de uma vultuosa soma de investimentos em vários segmentos, principalmente na infraestrutura logística e energética.
A previsão do governo federal de concluir os projetos previstos nos próximos 23 meses seria a solução para alavancar a economia, com a recuperação dos empregos perdidos no ano passado, aumentando a renda dos consumidores.
Mas, até o momento, pouco foi feito. Das obras projetadas, apenas 9% foram concluídas, consumindo mais de trinta bilhões de Reais.
A principal dificuldade, é que muitas realizações, mesmo tendo a amplitude dos recursos, acabaram entrando na contabilidade do PAC, mas sofreram o que se chama de “efeito estranho”, porque foram empenhados, constam do orçamento, mas nem tinham sequer a empresa executora.
O PAC, da maneira como foi criado, teria tudo para ser um instrumento de crescimento econômico e industrial para o nosso país, porém a cultura brasileira em relação à administração do dinheiro público, e a própria burocracia, nos levam a imaginar que infelizmente quase nada será feito.
Em Itajaí, a via expressa portuária vem se arrastando por vários anos, quase não saindo do papel, mesmo tendo recursos previstos no PAC. Não tendo até o momento, sido integralizados na sua totalidade, a falta destes recursos impedem a conclusão desta obra, de vital importância para o complexo portuário da região.
A previsão do governo federal de concluir os projetos previstos nos próximos 23 meses seria a solução para alavancar a economia, com a recuperação dos empregos perdidos no ano passado, aumentando a renda dos consumidores.
Mas, até o momento, pouco foi feito. Das obras projetadas, apenas 9% foram concluídas, consumindo mais de trinta bilhões de Reais.
A principal dificuldade, é que muitas realizações, mesmo tendo a amplitude dos recursos, acabaram entrando na contabilidade do PAC, mas sofreram o que se chama de “efeito estranho”, porque foram empenhados, constam do orçamento, mas nem tinham sequer a empresa executora.
O PAC, da maneira como foi criado, teria tudo para ser um instrumento de crescimento econômico e industrial para o nosso país, porém a cultura brasileira em relação à administração do dinheiro público, e a própria burocracia, nos levam a imaginar que infelizmente quase nada será feito.
Em Itajaí, a via expressa portuária vem se arrastando por vários anos, quase não saindo do papel, mesmo tendo recursos previstos no PAC. Não tendo até o momento, sido integralizados na sua totalidade, a falta destes recursos impedem a conclusão desta obra, de vital importância para o complexo portuário da região.
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