quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O MARKETING

O conceito de marketing usualmente é confundido com propaganda e em muitas das vezes não é entendido pelas empresas, que acabam por não utilizar um dos melhores recursos já criados para se projetar e se manter neste mercado tão competitivo.
Vários autores, em diferentes épocas definiram o marketing, de um modo geral, como uma necessidade, que pode significar o sucesso ou o fracasso de um empreendimento.
No Brasil, muitas empresas mantêm um departamento de marketing, que atua basicamente na criação de campanhas publicitárias, sem explorar todo o potencial oferecido pelo conhecimento do marketing.
A satisfação do cliente deve ser o principal objetivo a ser alcançado, levando-se em consideração diversos fatores, como classes de renda, faixa etária, além dos aspectos sociais e culturais. Quando uma empresa lança um produto novo no mercado, não deve haver simplesmente a preocupação em vender este produto e obter lucro, a atividade da empresa tem uma função muito mais profunda, pois ela atua diretamente sobre as pessoas, em relação às suas necessidades e preferências.
Respeitar estas diferenças e oferecer produtos que venham não só a atender à demanda, mas satisfazer plenamente às necessidades de cada cliente é prerrogativa fundamental para o sucesso da empresa.
Neste contexto, estão envolvidos também outros valores que devem ser levados em consideração para o estabelecimento de uma correta estratégia de marketing, como a ecologia, a economia, a política, os costumes locais, aspectos culturais, religiosos e muitos outros que compõem uma sociedade organizada.
Podemos concluir que o marketing é mais do que necessário, ele é fundamental, tanto no âmbito pessoal ou empresarial, pois através do marketing determinamos como queremos ser vistos, avaliados e respeitados por toda a sociedade.

sábado, 1 de agosto de 2009

VERGONHA NACIONAL

Uma matéria publicada no Jornal de Santa Catarina em 31/07/2009, sobre a situação do porto de Itajaí, deixou os catarinenses e principalmente a nós, itajaienses indignados e revoltados com a atitude do governo federal em relação à reconstrução do nosso porto.
Depois de decorridos oito meses da tragédia que destruiu o porto de Itajaí, quase nada foi feito. Emperrados numa absurda burocracia, inoportuna numa situação emergencial, os recursos para as obras não chegam e a economia do município e do estado continuam contabilizando prejuízos.
O que levaria o ministro da integração social, Exmo. Sr. Geddel Vieira Lima, a ficar com o projeto emergencial do Governador de Santa Catarina em sua mesa, há mais de dois meses, sem assiná-lo? Talvez estivesse muito ocupado costurando alianças para a próxima eleição. Realmente estes conchavos e acordos velados demandam muito tempo em negociatas e acertos prévios.
Enquanto o Ministro Geddel, não se dignar a tirar o seu Exmo. Traseiro gordo de cima do projeto, Itajaí continuará com as obras do porto paradas, acumulando perdas diárias e perdendo mercado para outros portos.
Isto deve ser uma técnica de administração pública ensinada somente aos eleitos para cargos públicos e os seus afilhados, pois todos aprendem a lição e a praticam fielmente. Deve rezar nesta cartilha, que em primeiro lugar estão os interesses pessoais, os do partido, das coligações e dos projetos políticos, lá no último parágrafo, estaria algo como: Se sobrar tempo pensaremos no povo e no crescimento do país.
Ficamos a imaginar, se esta situação tivesse acontecido nos Estados Unidos, ou outro país de primeiro mundo, em que o seu segundo maior porto em movimentação de contêineres houvesse sido destruído por uma catástrofe, quantos DIAS seriam necessários para a sua total reconstrução?
Certa vez Charles De Gaulle falou, se referindo ao Brasil, que este não era um país sério. Quase acertou, o Brasil é constituído de pessoas sérias, porém administrado por um bando de políticos mercenários, que não levam este país realmente à sério.
O governo brasileiro criou a lei de modernização dos portos, incentivando o seu desenvolvimento, mas não adianta de nada, querer modernizar os portos, enquanto existir este sistema político arcaico, o que deve ser modernizado é o pensamento e a conduta destes políticos, que não permitem o desenvolvimento do nosso país.
A partir do momento em que a mídia internacional der repercussão ao caso do porto de Itajaí, atribuindo este atraso e seu prejuízo à incompetência do governo federal, talvez o nosso ausente presidente, em algum lugar, em meio às suas viagens, resolva se pronunciar e tomar alguma atitude urgente, não somente para resolver o grave problema do porto, mas principalmente para preservar a sua imagem e não prejudicar a corrida eleitoral que se aproxima.
É vergonhosa a situação atual, em que por questões partidárias, os políticos responsáveis pelas decisões, fiquem nesta eterna briga de comadres, defendendo as suas siglas partidárias e os seus candidatos aos pleitos, enquanto o resto do país continua sofrendo e amargando prejuízos.
Enquanto não houver uma grande reforma política, uma mudança de postura e de consciência dos nossos representantes na administração do nosso país teremos que nos conformar em sermos um paizinho terceiro-mundista que sempre será visto desta forma pelo resto do mundo.

Resenha "Puxar mais"

“Empurrar menos, puxar mais” (revista Logística, Outubro/2007), “Estruturação logística” (Sidney Trama Rago, consultor da IMAM Consultoria L...