O comércio mundial vem crescendo muito acima das expectativas, no Brasil as importações aumentaram quase 60% em relação ao último ano, só a China, representou 85% das nossas importações. Com a aproximação do final do ano, época em que tradicionalmente as importações tendem a aumentar, principalmente da China que abastece o natal da maioria dos países, aumentam também as preocupações dos importadores com os prazos de entrega.
Atualmente a frota de navios full container que opera no litoral brasileiro, não consegue atender à demanda, sendo que muitos exportadores, são obrigados a aguardar um novo embarque por conta da falta de container ou da falta de espaço no navio.
Este overbooking na navegação, que afeta não só o mercado brasileiro, mas todo o comercio internacional, não terá uma solução imediata, pois é necessária a aquisição de mais navios e de containers. Muitos armadores estão com encomendas de navios maiores para os próximos anos, passando de 3,5 mil para 7 mil containers de capacidade de carga.
O que poderia ser uma solução para eliminar este overbooking, infelizmente, no Brasil, vai ocasionar problemas ainda maiores. A nossa infra-estrutura portuária ainda é deficiente, e poucos portos brasileiros terão condições de receber estes navios de grande porte.
Diante desta situação, fica claro que a solução será a criação de Hub Ports (portos concentradores de carga) podendo receber navios de grande porte, ficando os demais portos, atuando como feed Ports (portos alimentadores), gerando mudanças na atividade portuária de um modo geral.
Como conseqüência destas mudanças, o fortalecimento da navegação de cabotagem e os investimentos na infra-estrutura viária para viabilizar estas operações, terão como ponto positivo, a diminuição dos custos de transporte interno no Brasil, através da migração do transporte rodoviário para o modal marítimo de cabotagem.
Nos momentos de crise, é que surgem as grandes soluções, o nosso país carece de investimentos na navegação interna, por falta de interesse dos próprios transportadores rodoviários, que através de lobbies, conseguem frustrar qualquer iniciativa neste sentido. A mudança do mercado e do panorama mundial vai exigir por parte do governo, uma mudança estrutural no cenário atual dos transportes, sob pena de ficarmos novamente atrasados em relação ao resto do mundo.
Então, que venham os novos navios pós panamax, cada vez maiores, e que com eles venham as mudanças necessárias para o nosso crescimento e o progresso da nossa nação.
Atualmente a frota de navios full container que opera no litoral brasileiro, não consegue atender à demanda, sendo que muitos exportadores, são obrigados a aguardar um novo embarque por conta da falta de container ou da falta de espaço no navio.
Este overbooking na navegação, que afeta não só o mercado brasileiro, mas todo o comercio internacional, não terá uma solução imediata, pois é necessária a aquisição de mais navios e de containers. Muitos armadores estão com encomendas de navios maiores para os próximos anos, passando de 3,5 mil para 7 mil containers de capacidade de carga.
O que poderia ser uma solução para eliminar este overbooking, infelizmente, no Brasil, vai ocasionar problemas ainda maiores. A nossa infra-estrutura portuária ainda é deficiente, e poucos portos brasileiros terão condições de receber estes navios de grande porte.
Diante desta situação, fica claro que a solução será a criação de Hub Ports (portos concentradores de carga) podendo receber navios de grande porte, ficando os demais portos, atuando como feed Ports (portos alimentadores), gerando mudanças na atividade portuária de um modo geral.
Como conseqüência destas mudanças, o fortalecimento da navegação de cabotagem e os investimentos na infra-estrutura viária para viabilizar estas operações, terão como ponto positivo, a diminuição dos custos de transporte interno no Brasil, através da migração do transporte rodoviário para o modal marítimo de cabotagem.
Nos momentos de crise, é que surgem as grandes soluções, o nosso país carece de investimentos na navegação interna, por falta de interesse dos próprios transportadores rodoviários, que através de lobbies, conseguem frustrar qualquer iniciativa neste sentido. A mudança do mercado e do panorama mundial vai exigir por parte do governo, uma mudança estrutural no cenário atual dos transportes, sob pena de ficarmos novamente atrasados em relação ao resto do mundo.
Então, que venham os novos navios pós panamax, cada vez maiores, e que com eles venham as mudanças necessárias para o nosso crescimento e o progresso da nossa nação.