Quando se fala em logística, a Holanda é referência mundial. O país dispõe de uma rede de vias de navegação interna, com conexões para outros países da Europa, além de uma extensa rede de transporte rodoviário, sendo o terceiro país no mundo em qualidade de transporte aquático.
Em 2007, no Índice de Desempenho Logístico do Banco Mundial, a Holanda ficou no topo da lista em termos de eficiência e efetividade de alfândega e outros procedimentos aduaneiros, qualidade de transporte e infra-estrutura de TI para logística, facilidade e baixo custo de embarque de mercadorias e nível de profissionalização da indústria logística nacional.
Outro ponto importante é o fato do aeroporto de Schiphol, o terceiro maior da Europa em transporte de cargas, ficar próximo ao porto de Roterdã, o maior do continente, possibilitando às cargas, chegarem a países como França e Alemanha, em questão de horas.
Em recente visita ao Brasil, onde participou de reunião na FIESP em São Paulo, o primeiro-ministro Jan Peter Balkenende, destacou o interesse da Holanda em estreitar as relações comerciais com o Brasil, que importa menos de 1% dos países baixos, além da criação de uma política de cooperação, através da troca de conhecimentos e tecnologia.
O Brasil pode contribuir com o biocombustível, e com o ensino técnico e superior de qualidade, os holandeses podem ajudar muito transmitindo a sua experiência em logística e infra-estrutura.
Apesar de todos os esforços do governo brasileiro em modernizar e melhorar a qualidade e a produtividade dos nossos portos, através de medidas como a Lei 8.630/93 e os recursos do PAC para o desenvolvimento da infra-estrutura de transportes e logística, ainda vamos levar muito tempo para termos um resultado positivo, pois o maior problema que temos atualmente não é a falta de investimentos ou a capacidade técnica, mas a burocracia e os entraves políticos, que retardam e muitas vezes inviabilizam qualquer iniciativa produtiva.
Em 2007, no Índice de Desempenho Logístico do Banco Mundial, a Holanda ficou no topo da lista em termos de eficiência e efetividade de alfândega e outros procedimentos aduaneiros, qualidade de transporte e infra-estrutura de TI para logística, facilidade e baixo custo de embarque de mercadorias e nível de profissionalização da indústria logística nacional.
Outro ponto importante é o fato do aeroporto de Schiphol, o terceiro maior da Europa em transporte de cargas, ficar próximo ao porto de Roterdã, o maior do continente, possibilitando às cargas, chegarem a países como França e Alemanha, em questão de horas.
Em recente visita ao Brasil, onde participou de reunião na FIESP em São Paulo, o primeiro-ministro Jan Peter Balkenende, destacou o interesse da Holanda em estreitar as relações comerciais com o Brasil, que importa menos de 1% dos países baixos, além da criação de uma política de cooperação, através da troca de conhecimentos e tecnologia.
O Brasil pode contribuir com o biocombustível, e com o ensino técnico e superior de qualidade, os holandeses podem ajudar muito transmitindo a sua experiência em logística e infra-estrutura.
Apesar de todos os esforços do governo brasileiro em modernizar e melhorar a qualidade e a produtividade dos nossos portos, através de medidas como a Lei 8.630/93 e os recursos do PAC para o desenvolvimento da infra-estrutura de transportes e logística, ainda vamos levar muito tempo para termos um resultado positivo, pois o maior problema que temos atualmente não é a falta de investimentos ou a capacidade técnica, mas a burocracia e os entraves políticos, que retardam e muitas vezes inviabilizam qualquer iniciativa produtiva.
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